27 de junho de 2009
22 de junho de 2009
EU MESMO EM TODOS ELES
Parece ser o mesmo instante, mas não e bem assim. Se olhar lá no fundo vai ver quem é bom e quem é ruim. Fui parar a olhar a mim mesmo e obtive uma inadjetivável surpresa: sou eu a minha própria preza.
Mas que infame meu ridículo senso de bobagem. Inventei uma cena como num teatro. Fiz muito bem meu papel. A platéia aplaudiu boquiaberta, admirada com tamanha interpretação.
Bobo sou pela minha ignorância. Não percebi que me feria sonhando com o surreal. Não era para ser triste, nem melancólico. O drama nem era tão bom assim. O incrível é que me faço a mesma velha pergunta sempre, mas ainda não consigo responder: “Quem sou eu?”.
Fingido, arrogante, trapaceiro? Emotivo, chorão, encrenqueiro? Use o adjetivo que melhor lhe parecer. Essa é a pergunta que eu nunca vou saber responder. Só sei que sou eu mesmo em todos eles. Assumo as minhas multifaces. Bato no peito. Grito que não sou o herói da história. Quando escrever uma voltarei. Ai sim, serei rei.
16 de junho de 2009
Eu ando tão só
9 de junho de 2009
Um Abraço...
Às vezes preciso de algo mais que um "bom dia" qualquer. Preciso de um pouco mais que educação. Preciso de um abraço. Algumas tribos africanas acreditam que o abraço é a transferencia de forças de uma pessoa para outra. Para mim, o abraço é o encontro de dois corações que se juntam para somar as forças vitais.
Não sei quanto custa um abraço, mas o que sei é que mesmo que o dinheiro possa o comprar, não consegue somar as forças do coração. Os braços se encaixam e unem o corpo e a alma em uma só criatura.
E só quero um abraço. Não sou emo. Não sou gay. E só quero um abraço.
30 de maio de 2009
Minha Casa
28 de maio de 2009
Pode ser
Pode ser que o vento bata mais forte desta vez...
Pode ser que eu não saiba o que as nuvens queiram dizer...
Pode ser que a chuva chegue sem avisar...
Pode ser que um dia você vá voltar...
Pode ser que o sol nem se esconda...
Pode ser que o tempo não voe...
Que vá devagar... lentamente
Pode ser que eu ainda não saiba o que as nuvens queiram dizer...
Mas quem poderá entender?
Elas não falam!
Desenham coisas estranhas
Talvez nós dois
Pode ser que sejamos apenas nós dois...
Ou apenas um de nós
19 de maio de 2009
Visinhos
Eu tive um sonho. Duas janelas estavam abertas. A minha e a sua. Mas duas janelas nos separavam. Nossas vozes se ecoavam beijando-se em ondas. O nosso amor vibrava pelo ar. Nossas palavras nem precisavam ser ditas. Nossos olhares nem precisavam ser vistos.
A rosa azul que nasceu, desabrochou no meio da tempestade, sobreviveu: somos nós. Um amor inacreditável. O nosso amor... Pena que eu acordei. Vem me buscar e me leva para junto dos teus braços.